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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Estudos Sociais



Projeto: Como eu vejo o mundo !
Realizado por alunos da turma 31 - 3ª série - Escola Estadual de Ensino Fundamental ROQUE CALLAGE - Profª. Kátia Diehl

" A socialização da criança = a construção da noção da vida em sociedade é o objetivo maior do trabalho em Estudos Sociais . "

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Ninguém é igual a ninguém ...



Trabalhos realizados com base no livro " Ninguém é igual a ninguém ! " de Regina Otero e Regina Renno; Pela turma 31 - 3ª série - Escola Estadual de Ensino Fundamntal ROQUE CALLAGE - Profª. Kátia Diehl.

terça-feira, 24 de junho de 2008

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O mundo é dos rebeldes !


A notícia sobre a formatura de Valério Galeazzi ( Zero Hora - 07/01/2008 - pg. 21 ), que já é bisavô, no curso de Direito da Ulbra em cerimônia realizada no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul em 05/01/2008, surpreende e comove. Estamos acostumados a ver a juventude erguendo o canudo, orgulhosa do diploma, mas tenho certeza de que a alegria de Valério é muito diferente das dos demais bacharéis. Tem um outro sabor a conclusão de um curso superior para alguém de idade tão superior aos demais formandos.
Deve ter sido um bom colega e aluno, afinal não estava na sala de aula por pressão familiar, como muitos dos estudantes. Os trabalhos e provas devem ter sido realizados por ele com a seriedade de quem não quer brincar com a vida, como infelizmente, muitos universitários o fazem. Imagino que deva ter sido um aluno e um colega diferenciado. Quantos colegas não teriam lhe pedido conselhos ou auxílio na realização dos trabalhos ? Certamente ele foi generoso e os ajudou, não teve o espírito impregnado da inveja que habita a maioria dos alunos-meninos.
O diploma do senhor Galeazzi é uma lição sobre rejuvenescimento que supera cremes anti-rugas e flacidez. Beber da juventude é estar junto dela. Saber conviver, respeitar as diferenças provenientes da faixa-etária, compreender o vocabulário de uma nova geração são exercícios divertidos, claro, mantendo o cuidado de não se deixar contaminar pelas gírias e monossílabos dos tempos atuais.
E por falar em vocabulário, creio que o léxico empregado por Valério o tenha favorecido bastante na faculdade, pois pertence a uma geração leitora, sem a invasão das televisões e computadores. Viveu em tempos de respeito aos professores e, por isto, não deve ter reclamado à solicitação da leitura de alguma obra, nem feito cara feia ou a tradicional e irritante pergunta de quantas páginas tem o livro.
Com certeza, os colegas aprenderam muito com Valério e o inverso também ocorreu ! Nós crescemos na diferença, a diversidade nos conduz à vida. O debate sempre é melhor que a aquiescência. Sujeitos rebeldes são lembrados, os acomodados esquecidos.
A atitude de Valério Galeazzi ao concluirum curso superior é um gesto de rebeldia dos mais admiráveis. Agora ele dará continuidade aos estudos em uma pós-graduação, pois conquistou também uma bolsa de estudos da Ulbra para tal finalidade. Que nos miremos neste exemplo de rebeldia na luta contra o envelhecimento !
Joselma Maria Noal - Professora da URI - Campos de Erechim

Fonte : Zero-Hora - 09 de Janeiro / 2008

Fonte : Gráfico – Panorama das relações entre Educação, Currículo e Terceira Idade

sábado, 29 de dezembro de 2007

Ensino Fundamental de 9 anos ...

O direito de aprender :

Ao garantir, por lei, que todas as crianças freqüentem a escola a partir dos 6 anos de idade, o Brasil avança no sentido de oferecer um futuro melhor para as novas gerações

  • A socialização desde cedo. Segundo a pesquisa Educação da Primeira Infância, realizada em 2005 pela Fundação Getúlio Vargas, mostrou que temos apenas 61,36% das crianças freqüentando salas de pré-escola. A obrigatoriedade de iniciar a escolarização aos 6 anos, então, é uma ótima notícia.

  • Nas regiões mais carentes, colocar as crianças de 6 anos na sala de aula representa também um ganho de qualidade no que diz respeito à alimentação diária.

  • Com raríssimas exceções, os filhos da classe média e alta se alfabetizam aos 6 anos (e ninguém acha que eles deixam de ser crianças por isso). Por que, então, privar os da escola pública desse direito?

  • Pesquisas apontam que cada ano a mais de escolaridade pode representar até 15% a mais de salário na vida adulta.

  • Obviamente, um ano a mais de estudos tem tudo para proporcionar um ganho de qualidade na Educação de todos – e permitir que mais brasileiros se alfabetizem na idade certa, rompendo com um dos ciclos mais perversos existentes hoje em nossa sociedade: o da formação de milhões de analfabetos funcionais.

Fonte : http://revistaescola.abril.com.br/


http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0208/aberto/mt_261398.shtml


quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Educação Infantil ... Jardim B

Com muita emoção e alegria a turminha do Jardim B se formou no sábado, dia 08 de Dezembro de 2007.
No próximo ano ( 2008 ) todos estarão freqüentando o 1 º Ano do Ensino Fundamental.
Adeus ! Educação Infantil !
Para comemorar apresentaram músicas de Natal .

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sábado, 14 de julho de 2007

Você já ouviu falar na criança Índigo ?

Meninos e meninas mais sensíveis, criativos e independentes, já formam uma nova geração, fruto da revolução tecnológica.
CARACTERíSTICAS :

O seu filho viaja quando ouve algo que não lhe interessa? Ele parece desatento, distraído, mas fica horas superconcentrado no que gosta: como num teclado de um piano, em jogos de computador ou horas escrevendo? Ele é rebelde, respondão e detesta injustiças? Precisa que você lhe explique com todo carinho os motivos para que obedeça? Pois seu filho pode ser um índigo-a cor arroxeada do jeans, quase lilás, e escolhida por representar uma aura positiva.
O rótulo foi criado por especialistas americanos para designar uma criança hiper-sensível, cujo cérebro recebe muitos mais estímulos que a média dos mortais.
A psiquiatra Ana Beatriz b. Silva autora do já best-seller ”Mentes inquietas” no qual explica como lidar com essas crianças de cérebro hiperestimulado para que elas desenvolvam suas potencialidades, geralmente geniais, e não terminem rotuladas em casa e na escola, como intempestivas, desatentas e até agressivas, o que as leva ao desastre.
Ela cita o músico Marcelo Yuka , seu paciente há quatro anos cujo “faro para estranheza”, vem desde a infância -Tudo que Marcelo descobre em termos de sons e parece estranho, depois de algum tempo vira popular.Os índigos têm ainda uma intuição exacerbada, que segundo Ana Beatriz é interpretada como uma espiritualidade elevada .Mas o que a ciência comprova é que os índicos têm um funcionamento cerebral diferente. Se não forem bem compreendidos, podem ser confundidos com pessoas impulsivas e agitadas. A Psicóloga Débora Gil alerta que a sociedade competitiva e individualista também afeta extremamente essa crianças hipersensíveis. Por serem muito curiosas intuitivas, solidárias e justas, a cultura do sucesso e do dinheiro pode deixa-las aflitas, ansiosas ou angustiadas. Ela diz que este é mais um motivo para que estas crianças sejam tratadas com maior compreensão.
ÍNDIGOS FAMOSOSOs índigos sempre existiram, mas nem sempre foram compreendidos como gênios, segundo Ana Beatriz.Ela cita em seu livro índicos históricos: Einstein,que chegou a ser considerada uma criança burra por seus professores, Mozart, Beethoven, Leonardo da Vinci, James Dean e Marlon Brando estão na lista de gente lilás tida como louca.EXEMPLO
Teresa, mãe de Carolina de 5 anos,teve que se adaptar à filha:- No inicio eu me afligia e tentava mudá-la. Nada dava certo, ela não aceita ordens.Quando eu me irritava, eu dizia é assim porque eu quero, sou sua mãe e pronto. Era um desastre. Eu é que tive de mudar. Carol é assim inquieta e pronto-brinca Teresa.
Trechos da reportagem da Jornalista Márcia Cozimbra A CRIANÇA ÍNDIGO, publicada no JORNAL DA FAMÍLIA,O GLOBO, de 27 de julho de 2003.

COMO LIDAR COM O ÍNDIGO?

SEM IMPOSIÇÕES: A psicóloga Débora Gil diz que os pais do índigo não devem fazer imposições só por necessidade de obediência. Essas crianças sensíveis, talentosas e inteligentes não aceitam explicações do tipo porque sim ou porque não, respostas, segundo ela, tidas como de criança mas muito usadas por pais autoritários. Essas crianças não funcionam assim e exigem que os pais, com calma, expliquem o porquê de suas ordens.

PAIS ATUALIZADOS: Os pais do índigo devem se atualizar em questões de alta tecnologia para poder acompanhar a criança e conversar com ela. Os índigos preferem revistas de ação, desenhos mais elaborados como os do X-Man, de tecnologias mutantes, jogos eletrônicos hiperativos como The Sims, que é uma simulação da vida real; o Civilation, que cria estratégias para a civilização desde o começo do mundo e leva meses para terminar. Se os pais não se atualizam, segundo Débora Gil, rapidamente os índigos deixarão de falar com eles, com a convicção de que eles não entendem nada mesmo.

CASTIGOS ABSURDOS: As ameaças de castigos absurdos, como o homem do saco vai pegar, vão passar pimenta na boca ou o papai do céu vai castigar, podem fazer o feitiço virar contra o feiticeiro. O índigo vai ver que esses castigos não acontecem e perderá o respeito por esses pais.

REDAÇÃO NA ESCOLA: A psiquiatra Ana Beatriz B. Silva diz que nos Estados Unidos as escolas assimilaram há algumas décadas a lidar com os índigos, estimulando suas potencialidades. Uma sugestão de Débora Gil é a redação de temas livres e variados. O índigo escrever com pressa, come palavras e teria mais facilidade em escrever sobre o que mais lhe agrada.

DISCUSSÕES FECHADAS: Nunca se deve se discutir a respeito do índigo na frente dele. Ele vai querer participar da discussão. Até mesmo uma questão marido-mulher, do tipo você demorou a chegar, dá ao índigo o direito de se intrometer.

PROFESSOR ALIADO: As turmas devem ser pequenas e o professor não deve ser um superior, mas um aliado. Uma maneira de trazer a atenção do índigo é lhe passar tarefas significativas, papéis de responsabilidade. Ele dever ser convidado para ser o monitor, um auxiliar do professor e jamais deve ser repreendido em público, muito menos de maneira estúpida ou severa.

PAIS DIVERGENTES: Se o índigo percebe que os pais discordam em muitas questões-e ele percebe tudo-vai acabar manipulando a família inteira. Os pais devem divergir longe do índigo.
Publicado pela profª. Rosangela Nunes.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Escola dos Sonhos

ESTA É A ESCOLA QUE PODEMOS DIZER ESCOLA DOS SONHOS, OU IDEAL.
TRABALHA-SE EM BUSCA DA QUALIDADE, EXISTE UM CLIMA DE PAZ E INTEGRAÇÃO FANTÁSTICOS, AMO TRABALHAR NESTE LOCAL. OS ALUNOS VEM DE DIVERSAS COMUNIDADES, TRAZENDO DIFERENTES APRENDIZADOS, ENRIQUECENDO A SALA DE AULA. AMO O QUE FAÇO, DESEJO QUE NOSSOS ALUNOS CONSTRUAM SEU APRENDIZADO, VALORIZANDO ESTA OPORTUNIDADE, APROVEITEM ESTE MOMENTO SE DEDIQUEM, ESTUDEM, VOCÊS TEM CAPACIDADE, SÃO INTELIGENTES E ESPECIAIS. STELA MARIS.

Roque Callage

O Roque Callage é uma grande escola.

JOÃO PEDRO.
T. 41
IDADE : 10 ANOS.

Roque Callage & Amigos

Roque Callage, parabéns pelo cinqüentenário ! Esta escola é maravilhosa ! Adoro ela, esta escola é demais e carinhosa.

Nome: Adrielly
Data: 09/07/07.
Série: quarta.
Turma:41.

A escola Roque Callage :

A escola Roque Callage é uma escola especial, porque ensina e aprendi e etc.


Nome: Bethânia.

Série : 4 ª

Data: 09/07/07

Roque Callage é demais !!!!!!!!

Eu amo a minha escola
Ela é demais !!
Com A escrevo AMOR,
Com P escrevo PAIXÃO
Com R escrevo ROQUE CALLAGE
ROQUE CALLAGE DO MEU CORAÇÃO !!!

NOME: NATACHA
TURMA :41
SÉRIE: 4 ª

O aniversário da escola !

O aniversário da escola foi muito legal, pois teve muitas apresentações, inclusive a da nossa turma.
Teve lanches um quadro de pinturas e muitas outras coisas legais !
Matheus - 4ª série

" AQUI TEM AMOR ! "

Na minha escola tenho muitos amigos principalmente da minha sala, a quarta série.
Lá temos amor pois todos são amigos, mas 'as vezes não temos vontade de viver porque brigamos muito. Na minha escola " TEM AMOR DE VERDADE " .

NOME: Luíza
Idade: 09 anos
SÉRIE: 4ª

??????? "O Roque Callage tem amor ! " !!!!!!!!!!!

EU tenho amor com a escola Roque Callage . Nosso colégio é limpo e cheiroso.
A escola tem uma merenda gostosa e o recreio é legal !


Nome: Ariane
Idade: 11 anos
Série : 4 ª

Crescendo numa Escola !

Crescer numa escola deve ser legal, muito divertido, interessante crescer com os professores, secretária, cada ano conhecer alunos novos.
Vamos ajudar as pessoas que têm dificuldades na vida, como levar as pessoas para Escola para ser alguém na vida, ter alguma profissão decente e não pedir esmolas nas ruas. Agora vou estudar para ter uma profissão.
Gabriela - turma: 41